Quinta-feira, 1 de Julho de 2010

CRISTIANO RONALDO DESESPERADO

 

Reportagem crua para Cristiano Ronaldo.

 

A televisão espanhola Cuatro registou (em três minutos de imagens editadas) a fragilidade emocional do capitão português num jogo que custou a eliminação dos "navegadores".

 

A  reportagem da Cuatro irritaria mesmo CR depois de manter focadas nele diversas camaras, durante o Portugal-Espanha.

 

“Assim não ganhamos Carlos (Queiroz)” chegou a gritar a Queiroz, quando este trocou Hugo Almeida por Danny...

 

Já no final do jogo, fica o registo de uma série de atitudes “menos contidas” com os reporteres de imagem espanhois.

 


publicado por António Mateus às 15:45
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Terça-feira, 29 de Junho de 2010

O "FARDO" DE CAPITÃO!

Três grandes lições a tirar para Portugal do jogo com a Espanha:

 

a) Se dúvidas houvesse, foi mais uma vez óbvio que Cristiano Ronaldo não pode ser o capitão;  desaparece o guerrilheiro, a equipa fica "liderada" por alguém que (pelo fardo?) se torna uma sombra de si mesmo... e quando um capitão não corre atrás da bola, é o primeiro a baixar os braços e não dá a cara pela equipa na hora da derrota (recusou-se a falar aos jornalistas) que "alma" transmite ele à equipa?

 

b)  Pode Portugal jogar de outra forma e esperar melhor sorte no Europeu, quando Queiroz insiste que a equipa actuou com garra frente a uma Espanha de quem levou uma lição exactamente nessa mesma atitude?

 

c) Quando Meirelles, Simão e Pepe estavam claramente em dia não, que faziam Fernando Mendes, Deco e Liedson no banco até meio da segunda parte e o que continuou Deco a lá fazer, até ao apito final, quando a equipa gritava por um abre-latas pensador?

 

Ninguém corrige o que não vê...

 

Penoso, mas pelos motivos opostos, foi assistir às lágrimas do Eduardo, um gigante de tal escala que o seu homólogo, Casillas, correu de baliza a baliza, no final do jogo, a abraçá-lo.

 

D.R.

 

Parabéns à Espanha que acabou por ganhar - graças a um golo marcado em posição irregular, é verdade - mas mostrou do primeiro ao último minuto que os jogos se ganham com querer, determinação e a pressionar o adversário, forçando-o a cometer erros, até a sorte lhe sorrir.


publicado por António Mateus às 23:17
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