Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010

GRACIAS A LA VIDA

Um dos poemas de amor mais bonitos algumas vez cantados.


Aqui na voz de Mercedes Sosa que projectou à escala mundial a última letra composta por Violeta Parra, um ano antes desta se suicidar pelo fim da sua relação com Gilbert Favre.




publicado por António Mateus às 19:27
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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

INCONQUISTÁVEL

 

Há palavras com a força de uma vida.

 

O poema Invictus segurou a verticalidade de Nelson Mandela na prisão, depois de ter sido o grito de luz de um jovem, que o compôs, na face de uma doença que lhe custaria a mutilação de um pé.

 

É um farol de força, de convicção e de tudo o que de melhor pode nascer num coração humano.

 

Mesmo, especialmente, na hora em que tudo justifica o baixar dos braços, resgata algo mágico dentro de nós.


publicado por António Mateus às 17:04
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Quarta-feira, 23 de Junho de 2010

MUNDIAL PORTUGUÊS

O principal jornal diário do Kwazulu-Natal vai dedicar uma edição especial ao que chama o Jogo de Sonho, e que opõe na sexta-feira Portugal ao Brasil, em Durban.

The Mercury, um jornal centenário publicado naquela cidade índica, é dirigido desde Novembro pela luso-descendente Angela Quintal.

O periódico promete uma série de surpresas para a sua edição de sexta-feira, incluindo - já revelou - vai voltar a publicar um poema que lhe foi enviado por Fernando Pessoa, quando este frequentava o liceu de Durban.

No destaque do jornal, acima anexo com a devida vénia, o periódico sublinha que os penta-campeões brasileiros defrontam a 25 de Junho a sua antiga potencial colonial.

 

 

 

 


publicado por António Mateus às 13:39
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Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

FAROL DE LUZ

 

   Palavras perfeitas, pedras preciosas no sentir.

 

   "Invictus" de Wlliam Ernest Henley, que "farolou" a verticalidade de Nelson Mandela durante 27 anos de prisão e a coerência do seu até hoje existir.

 

  E serviu de título ao filme que nos deslumbra actualmente nos cinemas.

  A mim, me arrepia e comove. 



Invictus


Out of the night that covers me,

black as pit from pole to pole,

I thank whatever gods may be

for my unconquerable soul.


In the fell clutch of circunstance

I have not winced nor cried aloud.

Under de bludgeonings of chance

my head is bloody but unbowed.


Beyond this place of wrath and tears

looms but the horror of the shade

and yet the menace of the years

finds - and shall find - me unafraid.


It matter not how straight the gate,

how charged with punishments the scroll.

I am the master of my fate;

I am the captain of my soul.

 

 

 


publicado por António Mateus às 14:33
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Terça-feira, 24 de Março de 2009

MADIBA O MÁGICO

 

 
   (FOTO TIMES)
    Madiba nos olhava, cima abaixo, alma afora, como quem nos abraça por dentro. 
   Saciando-nos a vertigem de estar sempre num outro presente, em busca de um qualquer outro futuro.  
   Tinha aquela magia de se pequeninar do alto da sua grandeza, para nos agigantar, no segredo de cultivar a luz, aceitando a sombra.
   Nasceu com aquele xicuembo contagiante, de nos rasgar humanos, sensíveis, despojados de querer para nós. Estacionar num canto qualquer a vertigem de saciar o eu, quando o segredo da felicidade serena, está no pintar sorrisos em tu.
   Eu o olhava, enorme! Ainda mais dentro de si do que no corpo espigado céu acima.
   E agradecia mil vezes às curvas da vida, que com ele me anzolaram, magias do estar.
 


publicado por António Mateus às 13:03
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Segunda-feira, 23 de Março de 2009

MONTANHAS E MAOMÉS

 

 

   Madala era tão, madala, que a sabedoria nele somada mais parecia quantidade de impossível guarda humana.


   Há anos, tantos, que ele escutava, sorvia, trocava pedrinhas por luzes de serenidade, que o iam pavimentando a ele próprio.


   Tornando-se caminho de muitas viagens, por onde guiava depois os que lhe pediam pretexto de sorriso, os que da luz na metade sombra tropeçavam.


   Um dia, Madala olhou uma menina, senhora de uma lágrima só e lhe pegou nas mãos do existir:


   - Levanta-te dentro de ti princesa de nós. Porque o és.

     Só nos adicionamos no escalar dos degraus. E tanto maior será a distância vislumbrável quando mais íngreme e penoso for o caminho percorrido.

 

  - Levanta-te dentro de ti, princesa de nós. 

    Tu és a chave. De ti e de nós. Os que nos tornámos degraus, dessa tua viagem.


   Madala beijou-lhe os olhos e sorveu-lhe a lágrima lavando nossos corações.



publicado por António Mateus às 12:15
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