Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

ESCOLHE AMAR!

De mim para ti....em 2010.


Escolhe!

 

 


publicado por António Mateus às 16:54
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

PENEIRAS DE SÓCRATES

 

   Na Antiga Grécia, Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:

 

  - Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de…

    Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:  - Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
  - Peneiras? Que peneiras?
  - Sim. A primeira, Augustus, é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?

  - Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!


  - Então suas palavras tropeçaram logo na primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

  - Não, Sócrates! Absolutamente, não!
  - Então suas palavras tropeçaram, também, na segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me esse facto, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?

  - Não, Sócrates… Testando o crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.

 

E Sócrates sorrindo concluiu:

 

  - Se passar pelas três peneiras, conte! Todos beneficiaremos com isso. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma coscuvilhice a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos.

 

Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz!

 

Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque:

 

•Pessoas sábias falam sobre ideias;
•Pessoas comuns falam sobre coisas;
•Pessoas medíocres falam sobre pessoas.


publicado por António Mateus às 17:42
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Sábado, 28 de Novembro de 2009

O PRAZO DO AMOR


   Uma pessoa amiga de que muito gosto sustentou ser "natural" que as relações tenham  "termo certo" por a durabilidade "química" da paixão rondar o ano e picos... quando muito.


   ...e isto por questões hormonais...ou bio-químicas...

 

   Daí, segundo ela, ser (também) "natural", que as pessoas varram para o lixo sucessivas relações em vez de investirem nas mesmas, como se fossem inevitáveis os recorrentes fracassos afectivos e não coubesse a cada um de nós a metade do construir.


   Eu sou dos que acredito no oposto!  Colhemos o que semeamos....


...e quem se vai valendo do palmito de cara enquanto ele ainda resiste às leis do tempo (e da gravidade), acordará cedo ou tarde no deserto que exauriu à sua volta.

 

 

 

 

 


publicado por António Mateus às 19:47
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Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

LUZ DE VIDA

 

   Cada dia é um degrau que nos aproxima do grande arquitecto.
 
   Nossa é a opção de o subirmos, descermos ou lhe virarmos as costas.
 
 

publicado por António Mateus às 14:47
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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

OUÇAMO-NOS UNS AOS OUTROS

 

 

Ouvimo-nos mesmo uns aos outros?

 

Experimentem, a ausência da nossa voz não é o sentir dos arco-íris que tal silêncio pode semear.

 

Somos pedrinhas de uma longa caminhada e das coisas mais linda que o Mia (Couto) me contou um dia foi a magia nele despertada, pelo pai, quando o ia buscar à escola, a pé, e sempre tinha tempo para os brilhos do mundo, rasteiros, que a maioria dos adultos vai desaprendendo de sonhar.

 


publicado por António Mateus às 20:40
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Domingo, 13 de Setembro de 2009

SEGREDO DE AMAR

 

   Castigo era corpo de muitos existires.
   O dele, que se esquinava de dia para dia, no tardar do mata-bicho. E nos de tantos como ele, que às fomes do corpo somavam a de um arco-íris interior.
 
   Aquelas molinhas que a vida nos pranta nos calcanhares do dia, quando se flutua no feitiço de um perfume mágico.
 
   Homem que era também, de muitos quereres, Castigo se descobriu um dia, rebocador de ventos e marés, xicuembos seus e de sua morena e os tentou afunilar num mesmo existir.
 
   Como se no olhar, fixo, para o horizonte da vida pudesse caminhar sobre os vidros sem verter gota de sangue.
 
    Um dia, Castigo estendeu a mão para trás, e a sentiu vazia de metade de si. Para trás, algures na viagem, sua morena virou à esquerda em Tumbuctu, enquanto ele esboroava o caminho à sua frente.
 
   “- É factura de guerreiro esta solidão?” – perguntou ao madala rendilhado, quando a Lua rendeu o Sol.”É possível cerrar os sentidos no estraçalho de espada alheia e mesmo assim divisar o Norte e o Sul, cardeais do existir?”.
 
   Madala lhe sorriu, secando-lhe a lágrima-suor; “Guerreiro-homem! Teu existir se tornará semente de outros tantos, de cada vez que te sentares dentro de ti e acordares humilde. Refundido no estar e no amar, porque essa é a chave”.
 
   Naquela noite, Castigo adormeceu menino dentro de si. Dormiu mil vontades de sonhar. Sonhou  de novo, a vontade de amar.

publicado por António Mateus às 18:21
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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

NOSSA É A ESCOLHA

 

 
    Pelos lábios nos saiem flores e arco-íris, vontades, abraços e brilhos. Nossa é a escolha de trocarmos o fel por mel.
 
  Trabalharmos os opostos, quando, tantas vezes, a vertigem é de se puxar o cobertor de sombra, fechar a concha e abraçar o Outono dentro de nós. Á nossa volta.
 
  Me estico para ti, para cada um de vós, os que que acreditam num mundo melhor e se recusam a esperar sentados pelo milagre dos pães.
  

publicado por António Mateus às 13:16
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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

SABEDORIAS

  

 

 

 

       Um líder é como um pastor.

      Caminha atrás do seu rebanho, deixando os mais aventureiros ir pastando à sua frente, seguidos pelos restantes, não se apercebendo que são conduzidos por detrás" .

 

Nelson Mandela -

"Long Walk To Freedom"


publicado por António Mateus às 10:35
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António Mateus

Escritor e jornalista. Nasceu em 1960 em Castelo Branco, filho de uma socióloga e de um Oficial de Cavalaria. Licenciado pela UTL e iniciou a sua actividade jornalística no jornal O Globo em 1982. Continuar a ler (...)

Os meus livros

Selva Urbana, edições Colibri. "Selva Urbana – ponte entre olhares e sensibilidades de dois mundos, duas culturas, dois continentes, situações humanas comuns – é uma sequência de retratos publicados em colunas semanais num jornal diário de cariz económico, Jornal de Negócios (...) Comprar

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