É um sinal de alerta para nós todos, guardiões do nosso Planeta. Mais ou menos conscientes disso ou indiferentes.
Em cinco meses já morreram ou foram abatidas mais de 500 baleias de diversos tipos, em praias australianas.
As últimas foram-no num gesto de “misericórdia”, quando já se encontravam exaustas, feridas e aparentemente sem hipóteses de resgate, após encalharem numa praia remota.
O relato que “pedi” emprestado a um site australiano é pormenorizado e doloroso, mas revisita, na essência, algo recorrente mundo fora.
Ninguém sabe ao certo a razão por que estes mamíferos nadam até à costa e ali encalham até morrer. Há quem fale de suicídios colectivos.
Mas há também quem recorde que baleias e golfinhos se guiam através de um sistema biológico de radar, que se “desorienta” pela interferência dos sonares das embarcações humanas. Da poluição sonora.
Seja como for, por acção ou omissão, a dedada fica na nossa consciência.
Para quem a tenha. Claro.