(FOTO TIMES)
Madiba nos olhava, cima abaixo, alma afora, como quem nos abraça por dentro.
Saciando-nos a vertigem de estar sempre num outro presente, em busca de um qualquer outro futuro.
Tinha aquela magia de se pequeninar do alto da sua grandeza, para nos agigantar, no segredo de cultivar a luz, aceitando a sombra.
Nasceu com aquele xicuembo contagiante, de nos rasgar humanos, sensíveis, despojados de querer para nós. Estacionar num canto qualquer a vertigem de saciar o eu, quando o segredo da felicidade serena, está no pintar sorrisos em tu.
Eu o olhava, enorme! Ainda mais dentro de si do que no corpo espigado céu acima.
E agradecia mil vezes às curvas da vida, que com ele me anzolaram, magias do estar.