É um "pormenor" mencionado no filme "Invictus" que se estreia em Portugal na próxima semana.
Uma agencia de publicidade sul-africana usou mesmo um Jumbo para fazer um voo rasante sobre o estádio de Joanesburgo onde iria decorrer a final do Mundial de Rugby.
Eu sei....vi-o! E se dúvidas houvesse perca-as ao ver o clip acima inserido.
Prepare-se para "loucuras" do género durante o Mundial de futebol que vai decorrer em Julho na África do Sul.
Haverá algum estímulo mais delicioso do que a referência de pão fresco e ainda por cima entregue ao domicílio?
A proposta aí está; - "Pão fresco à porta de sua casa" !
"Comece o seu dia com a disposição em alta ao receber pão/Bolo fresco, quente e estaladiço todas as manhãs no conforto da sua casa" - lê-se no "site" promotor.
Ui...apetece experimentar!
http://www.saborapao.com/home.aspx
Há cinco anos que é uma estrela do céu, o melhor jornalista que conheci na vida e me deu o imenso prazer de ser meu amigo.
Ross Dunn nasceu há 55 anos na Austrália, e era um dos mais brilhantes jovens jornalistas do seu país quando foi colocado na África do Sul, logo após a libertação de Nelson Mandela.
Dele era um sentido de justiça e um humanismo únicos. Uma pena ágil, coragem e verticalidade, só comparáveis a uma imbatível atracção pelo precipício no campo afectivo, finalmente redimida em Israel onde uma doença fatal lhe traiu o sorriso.
Dele era esta expressão única (*)...minha, a saudade imensa de um amigo e de um jornalista únicos.
Até já meu amigo! (amba kahle - em zulu)
(*) He used to joke that all subeditors had a secret button on their keyboards called the BLB - the Best Line Button. Hit the button and it would automatically search out the best line in the story (in the reporter's view) and delete it.
Estreia na próxima quarta-feira em Portugal um filme-lição de vida deslumbrante.
Por ter testemunhado pessoalmente, como jornalista, os factos nele narrados, irei até essa data trazer-vos aqui diariamente, neste blog, luzes de um imperdível - INVICTUS!
Digo-o sem quaisquer segundas intenções que não seja partilhar convosco uma oportunidade de sermos melhores...
...se o quisermos.
Um hotel de luxo desfeito com a fragilidade de um castelo de cartas.
Equipas de emergência travam uma luta contra-relógio para resgatar sobreviventes entre os escombros daquilo que foi uma cidade...a capital haitiana.
Num país de população com dimensão idêntica à portuguesa, vegeta-se na rua e, à medida que os dias se somam, agrava-se o desespero de quem luta pela sobrevivência.
A ajuda humanitária chegou desta vez em quantidades maciças, mas o aeroporto de Port au Prince não tem meios para descarregar os contentores de alimentos, medicamentos e outros donativos internacionais.
A fragilidade humana deixada a nú. Não será tempo de revermos o autismo em que vivemos e as ilhas de solidão que vamos construindo à nossa volta?
http://abcnews.go.com/video/playerIndex?id=9566244
Se dúvidas houvesse a tragédia do Haiti deixou-o bem claro; este é um só Mundo!
Ninguém pode ficar indiferente à tragédia que se abateu sobre um país de mais nove milhões de pessoas, uma população próxima da portuguesa e na sua esmagadora maioria pobre.
A Save the Children fala de mais de dois milhões de crianças afectadas e que muitas delas terão ficado orfâs ou feridas.
Enquanto isso, familiares e amigos de pessoas desaparecidas, escavam com as próprias mãos entre ruínas de prédios de cimento, guiados pelos gemidos e gritos de vítimas ainda sobreviventes.
Nos Estados Unidos, Barack Obama já o afirmou; este é um tempo de a humanidade dar as mãos. O sofrimento haitiano é de todos nós.
Terra de Nelson Mandela, onde me reescrevi como jornalista, como ser humano.
Terra onde a tormenta se sobra há séculos em esperança.
País do meu arco-íris, me tocas de todas as formas, com tuas contradições e contrastes mas onde aprendemos a acrescentarmo-nos na diferença.
Obrigado por isso!