São os paradoxos da tecnologia. Tão sofisticados e, afinal, tão frágeis.
Imagine-se o que devem ter passado os milhares de passageiros do Eurostar, “entalados” a noite inteira no túnel entre França e o Reino Unido.
A situação ainda não foi desbloqueada. Os responsáveis do comboio de alta velocidade esperam que “depois do Natal” tudo volte à normalidade.
Há milagres de amor que se autonomizam! Ganham sorrisos de mel, primeiro, verticalidades, depois, magias mil, porquês e lágrimas salgadas na viagem.
Hoje, o meu "pestinha" mais novo faz nove anos bem somadinhos, em que me ensinou tanto sobre mim, sobre egoísmos e frustrações dos adultos mas também a facilidade que é semear girassois dentro de nós sempre que o quisermos!
Adoro a África do Sul!
Vê este clip...e entende porquê!
(Imagem BBC)
Terá sido o maior tsunami no planeta; as cheias zanclenianas do Mediterrâneo.
Cientistas espanhois publicaram um estudo na revista Nature segundo o qual o Mar Mediterrâneo foi reposto numa cheia catastrófica após a chamada crise de salinidade Messiniânica.
Tudo aconteceu há 5,6 milhões de anos, quando a pressão do Oceano Atlântico cavou uma passagem através do Estreito de Gilbraltar, projectando por ali uma torrente de água mil vezes superior ao actual caudal do Rio Amazonas.
Imagine-se o efeito desastroso que essa massa de água terá tido sobre todo o litoral por ela atravessado.
O grupo de autores do estudo, liderado por Daniel Garcia-Castellanos, pertencem ao Conselho de Investigações científicas de espanha (CSIC).
O Mediterrâneo esteve quase a secar há seis milhões de anos, ao ficar isolado dos oceanos durante 350 mil anos, devido ao levantamento tectónico do Estreito de Gibraltar.
As águas do Atlântico tiveram, então, de encontrar um novo caminho através do Estreito. Quando o "descobriram", encheram o Mediterrâneo com a maior e mais brusca inundação que a Terra jamais conheceu.
A enorme descarga de água aconteceu quando o istmo que liga a África à Europa se abateu.
O desnível de ambos os mares, com um quilómetro e meio, fez encher o Mediterrâneo ao ritmo de até dez metros diários de subida do nível do mar. A inundação que ligou o Atlântico ao Mediterrâneo provocou no fundo marinho uma erosão de cerca de 200 quilómetros de comprimento e vários quilómetros de largura, segundo indica o estudo.
Foi neste período de até dois anos que o mar se encheu com 90 por cento da água que tem actualmente.
Passamos vidas inteiras na vertigem da adrenalina, da sabedoria mais elevada de nos acrescentarmos na diferença.
Girassois do existir, perseguimos a luz, a tal, que pode ser tudo e todos aqueles em que investirmos nossa magia, nosso acreditar.
Pode ser o prazer do beijo ou do voar num espelho azul-marinho mágico, deslumbrante...também salgado.
Falo - é lógico ;) - daquelas paredes imensas de água linda, surfável, num paraíso qualquer, como o deste "teaser" no Havai.
...ou tinha outra coisa em mente?
Foi o próprio Nelson Mandela quem pediu a Morgan Freeman que interpretasse a sua personagem no filme “Invictus”, que se estreia sexta-feira nos Estados Unidos.
“Invictus” ( "inconquistado" ou "inconquistável" em latim) é titulo de um poema publicado em 1875 pelo britânico William Ernest Henley e era um dos favoritos de Mandela durante os 27 anos que cumpriu de prisão.
“Madiba”, como é conhecido afectuosamente entre os seus próximos, aceitou em retorno abrir a sua privacidade ao actor norte-americano.
Freeman pediu a Mandela uma proximidade tal que pudesse segurar a mão do lider histórico negro de modo a captar a sua energia e falar e mover-se como ele.
O filme que tem estreia marcada para Portugal a 14 de Janeiro já foi descrito pelos críticos que o visionaram como “uma história muito boa, contada muito bem”.
Aborda o visionarismo como um líder político negro – Nelson Mandela – e um lider desportivo branco – François Piennaar (capitão da selecção de rugby sul-africana) protagonizaram um abraço racial “mágico” num país que ameaçava explodir em guerra civil.
Morgan Freeman interpreta o papel do agora nonagenário Nelson Mandela, despois de este ter assumido a presidencia da África do Sul em 1994.
O “pai” do primeiro grande vegetariano nasceu há 115 anos no Estado norte-americano de Illinois.
O cartoonista Elize Crisler Segar norte-americano estreeou-se na produção animada do marinheiro Popeye em 1929, com uma curta metragem chamada “Betty Boop”.
A partir dali o sucesso do namorado de Olívia Palito foi uma viagem imparável, graças a uma receita alimentar única, que atraiu gerações sucessivas de meninos; ESPINAFRES como fonte de energia.
Ironicamente, Segar morreria com apenas 43 anos, vítima de doença prolongada.