Pelo menos duas televisões e uma rádio reportaram a "descoberta" de fotografias de supostos "últimos momentos" do avião da Air France que se despenhou no Oceano Atlântico.
As vítimas (em boa fé) da fraude foram a televisão boliviana PAT e a polaca TVN24 e ainda a rádio holandesa BNR.
Em imagens postas a circular no Youtube, uma apresentadora da PAT descreve em pormenor o que afirma ter sido um registo de imagens, recuperado da memória da máquina fotográfica de um dos passageiros do avião acidentado.
O registo em causa era na verdade uma encenação feita para a série televisiva "Lost".
As duas tvs e a rádio em causa já pediram desculpa pelo erro.
Investigadores negam atribuição de sinais submarinos detectados, a caixas negras de avião da Air France acidentado no Atlântico.
O jornal Le Monde reportara antes que equipas de salvamento tinham detectado sinais "muito fracos" possivelmente emitidos pelas caixas negras do avião da Ar France.
O sinal fora captado por navios franceses e estava a ser investigado através de um mini-submarino no fundo escarpado do Oceano.
Provavelmente só através do estudo das caixas do Airbus 330 se poderá esclarecer finalmente as circunstâncias do desastre que custou a morte aos 228 ocupantes do aparelho que se despenhou no trajecto entre o Rio de Janeiro e Paris.
Os sinais da caixa negra do Airbus em causa só estão activos mais uma semana, depois disso será praticamente impossível encontrá-las no fundo do Oceano.
Link: http://www.lemonde.fr/societe/article/2009/06/23/les-boites-noires-de-l-airbus-rio-paris-reperees_1210102_3224.html
Foto: Parque de estacionamento onde se encontrava estacionado o carro com o bebé esquecido (jornal Het Laatste Nieuws)
Há coisas que esticam ao limite a compreensão humana e, exemplo disso, é um caso reportado hoje pelo jornal belga Het Laatste Nieuws.
Em Louvain, 30 kms a leste de Bruxelas, o pai de uma menina de 11 meses deixou a fiha "esquecida" durante várias horas presa na "cadeirinha" do carro, enquanto foi trabalhar.
A menina morreria desidratada, num incidente semelhante ao que ainda há poucos meses ocorreu aqui em Portugal.
Uma equipa de tv foi presa na Nigéria quando fazia um documentário de viagem de Casablanca ao Cabo.
A equipa sul-africana de Voetspore – Casablanca tot die Kaap encontra-se detida desde sábado numa esquadra da polícia.
As autoridades locais afirmam que não tinham tido conhecimento prévio dos planos de filmagem de locais históricos do país.
O roteiro do documentário prevê filmagens em pelo menos 12 países, ao longo de 20 mil kms e durante cerca de 100 dias.
Na altura da detenção, a equipa sul-africana encontrava-se a filmar a Petite Mosquee, uma mesquita pequenina (com o nome indica) feita de lama e datada do século 19.
O piloto do avião morreu durante o voo mas os mais de 200 passageiros só souberam quando já se encontravam em segurança em terra.
O único indício poderia ter sido a pergunta feita pelo co-piloto, através do sistema de inter-comunicadores, se entre os passageiros se encontrava um médico.
O facto é que o voo 61 da Continental Airlines incluía um cardiologista que – discretamente quanto possível – ainda tentou reanimar o piloto de 60 anos, que sofrera um ataque cardíaco aos comandos do aparelho.
A rotina a bordo do avião, procedente de Bruxelas, manteve-se inalterada, aterrando à hora prevista em Newark, Estados Unidos.
Eu sei que tenho tudo "errado" para o afirmar; sou branco, tuga e, ainda por cima, reincidente a "botar" faladura desconfortável sobre coisas que "não-me-dizem-respeito".
Peço pois assim emprestado o "afronto" a alguém "galoado" como Pepetela, hoje citado na Reuters a afirmar, sem papas na língua, como lhe é timbre:
- Angola é um vulcão à beira de erupção a menos que o combate à pobreza se torne prioridade urgente e palpável.
Alguém o escutou a ele? É possível!
Alguém transformará a lucidez em acção? Bem...isso é outra cantiga.
Pobre protesta baixinho, pois então. Até ao dia em que morde na bota calcadora. Ou já esqueceram o destino da barriga que vai esticando enquanto mingua a da maioria?
Claro! - Vão dizer! Lá vem o Mateus, esse tuga, branco, confusionista, meter pau em sopa alheia.
Acontece que amor pelas gentes é peganhento. E ao africano, muitos o sabem, se peganhentou meu sentir.
O Irão quer triplicar para cerca de mil milhões as suas actuais trocas comerciais em Portugal que já remontam há quase 500 anos.
O objectivo foi anunciado pelo Vice-Mne Medi Safari, durante uma conferência de imprensa no hotel Marriot, em Lisboa, onde revelou que os dois países vão lançar um selo do correio alusivo ao quinto centenário destas trocas comerciais.
Safari reeditou o argumento de a democracia no Irão ser bem mais participada do que na Europa, com uma afluência às urnas que foi quase o dobro as recentes eleições europeias.
Contestou por outro lado críticas à democracia no Irão contrapondo que num país como os Estados Unidos, um presidente pode ser eleito sem ma maioria de votos, como foi o caso de George W Bush face a Al Gore.
Safari assegurou que as autoridades iranianas se têm limitado a reprimir pessoas que se aproveitam de manifestações para destruirem bens e património e que as sete vítimas mortais ocorreram durante uma tentativa de roubo de armas numa base militar.
Quanto à restrições a jornalistas estrangeiros, sustentou primeiro não ter conhecimento de tais medidas mas argumentou depois ser evidentem, "em muitas reportagens", uma distorção dos factos, invariavelmente contra o executivo de Ahmadinejad.
A contínua revolução tecnológica atinge uma latitude cada vez maior no nosso dia-a-dia e em campos até há pouco confinados a redomas privadas.
O campo afectivo não escapa a essa intrusão, antes pelo contrário, sé um terreno cada vez mais fértil e de procura exponencial.
Já aqui reflectimos sobre diversas esferas dessa campo, aqui lhe deixo agora um novo ângulo a reflectir; o das práticas alternativas.
Explore o link seguinte e ajuíze por si;
http://www.health24.com/sex/Alternative_practices/1253-3502.asp
Foi um pilar incontornável da política africano-europeia durante quatro décadas mas, mesmo assim, a sua morte passou praticamente ao lado das televisões e principais media portugueses.
Gostasse-se ou não de Omar Bongo (ou se trate de pura ignorância), o falecido presidente gabonês era o principal corredor entre Paris e a África francófona e foi até à morte deste último, uma das principais vozes africanas escutadas por Jonas Savimbi.
Bongo morreu dia 8 numa clínica de Barcelona, vítima de doença prolongada, quando era o mais antigo presidente em exercício a nível mundial, após 41 anos de Chefia de Estado.
Para as cerimónias fúnebres iniciadas hoje, convergiram na capital gabonesa dezenas de Chefes de Estado e de Governo, incluindo o actual presidente francês Nicolas Sarkozy e o seu antecessor Jacques Chirac.
Apesar de tudo o que acabei de sumariar, Bongo desaparece quase "anónimo" aos olhos de quem decide o que vemos nas nossas tvs e lemos nos nossos jornais.
Eu, pelo menos, vou lá de certeza; já provei e tornei-me fâ.