Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Um trintão britânico venceu o concurso internacional para aquele que é descrito como “o melhor emprego do mundo”.
Ben Southall, de 34 anos, irá receber 76 mil euros para "manter" durante seis meses uma ilha tropical na costa australiana de Queensland.
O concurso foi disputado por mais de 150 mil candidatos de 200 países.
O posto de trabalho oferece alojamento numa "suite" de 3 quartos, com piscina, e um horário de trabalho flexível com tarefas "extenuantes" como alimentar peixes tropicais e recolher o correio da ilha.
Southall terá ainda de visitar as ilhas nas redondezas e de manter um blog para atrair mais turistas para a zona.
Apesar de se ter revelado um mega-sucesso de marketing para o eco-turismo da região, o concurso foi pontuado por sucessivos incidentes, a começar, logo no início, pelo “crash” do respectivo site devido à multidão de interessados.
No rol de incidentes figuraram ainda duas desclassificações "badaladas"; a de uma candidata ligada à indústria de filmes de sexo e a de um indivíduo que se identificou como sendo Osama Bin Laden.
Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Recomendo vivamente uma consulta cuidada ao blog de um dos maiores pensadores da actualidade.
Para os leigos, como eu, é uma espécie de Papa do Yoga Swasthya, uma cultura de excelência que promove um indivíduo mais culto, lúcido e interventivo na sociedade e no plano de realização pessoal.
Tudo razões mais do que suficientes para lhe dedicar, pelo menos, o benefício da dúvida. Não lhe parece?
Vá! Arrisque-se a ser feliz! Que tem a perder?
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Imaginem que um dos mais notáveis pensadores da actualidade escolhia vir viver para Portugal e acredita mesmo que este é um país de gente acolhedora e educada.
Imaginem que ainda por cima essa pessoa não o diz por ter sido convencida pela máquina governativa vigente, mas por acreditar mesmo nisso.
O “pai” do Yoga Swasthya foi recebido com tal carinho na sua mais recente digressão europeia que está a ponderar - pelo menos assim o admite no seu blog pessoal - mudar-se de armas de bagagens para fora do seu Brasil natal.
Meio-a-brincar-meio-a-sério, Mestre De Rose pede-nos que lhe dêmos 10 boas razões para escolher Portugal, ou outro país Europeu, para aqui espalhar em permanência o seu saber e luz.
Se quiser dar o seu contributo aqui lhe deixo o respectivo link.

É estranho como no mundo lusófono andamos sempre ao contrário das mentes mais abertas.
Enquanto, por exemplo, na África do Sul, as feridas do apartheid foram saradas através de uma Comissão da Verdade e Reconciliação, DOIS ANOS após o fim daquele, no mundo lusófono ainda trocamos acusações sobre o passado colonial que acabou há TRÊS DÉCADAS E MEIA.
Na África do Sul entendeu-se por bem manter-se nomes de afrikanders que a mal ou bem fizeram parte da história do país, tal como ele é hoje.
Em Moçambique, em sentido contrário, celebra-se hoje a substituição de nomes como Marquês de Pombal numa Avenida de Maputo, por um que a esmagadora maioria dos residentes da capital mal consegue pronunciar (Chinyamapere).
Na África do Sul procura-se fazer com que todas as comunidades se sintam integradas e parte do país a construir. No mundo lusófono ainda há nós, os coitadinhos, e eles, os opressores.
Mesmo que os oprimidos o sejam há mais de três décadas por incúria dos respectivos líderes políticos e por tratarem à pedrada aqueles com que poderiam há muito ter (re)construído pontes.
Leiam o último livro de Mia Couto, “E se Obama fosse africano”, e caiam na real.
Ou será que agora o Mia também vai ser criticado como neo-colonialista por falar verdades politicamente incorrectas?
Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

E esta? Questionaria o saudoso Fernando Peça.
Imaginem que o Pentágono e as Forças Armadas norte-americanas também já aderiram à febre dos sites sociais globais e têm páginas próprias no Facebook e no Twitter.
A ideia é não só passarem mensagens na primeira pessoa ao seu público alvo mas pescarem recrutas numa população cada vez menos sensível aos media convencionais.
Imaginam um general norte-americano de queixo quadrado, tipo John Wayne, a dirigir-se ao interlocutor tipo "amigo junte-se a nós. Somos aquilo que sempre sonhou mesmo que nunca tenha dado por isso"?
Pois então aí está. Sinal dos tempos. E da agilidade de quem está atento.
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