"Nenhum prisioneiro é verdadeiramente livre enquanto não libertar seu carcereiro".
" Obstáculos e dificuldades fazem parte da vida. E a vida é a arte de superá-los"
Há palavras, brilhos, sons que nos dedilham o sentir como se fôssemos cordas de uma harpa.
O vídeo-clip anexo fala muito mais do que qualquer letra, espúria, que aqui lhe somasse.
Abra o coração e a alma e (re)acorde a sua condição humana.
Nos livros da história consta que a “conquista” do Pólo Norte data de 1909, pelo pé do norte-americano Robert Peary, mas até um feito tão recente, da viagem humana neste Planeta, é terreno de controvérsia.
Outro americano, Frederik Cook, reclama os louros da proeza com uma data anterior em 12 meses.
Mas essas são as curvas menos relevantes de uma das calotes do Planeta azul, que é a face mais evidente das alterações climáticas em curso.
Os cientistas acreditam que o Pólo Norte ficará despido de gelo durante a próxima década, com todos os efeitos decorrentes; alguns apenas estéticos mas, a esmagadora maioria, com um impacto e consequências imprevisíveis mas asseguradamente negativas para a sustentabilidade local, seres humanos incluídos.
Na hora de tomar medidas de defesa do ambiente outros valores se levantam. Para já, só a título indicativo aqui lhe deixo um cheirinho;
Ficará bem mais fácil o acesso ao norte, aos recursos minerais e ao petróleo.
Com a devida vénia "pedi emprestado" este saber a Mestre DeRose que é uma pérola de actualidade;
Imagine uma pessoa que quisesse achar água e fosse dispersando tempo e trabalho a cavar vários poços ao mesmo tempo em vez de se concentrar num só.
A cada buraquinho recém começado, interrompesse para ir cavar outro e depois voltasse para o primeiro; trocasse de novo para experimentar um terceiro e assim sucessivamente.
Após perder muito tempo e desperdiçar muito trabalho, provavelmente abandonaria todas as tentativas, desanimado, declarando que definitivamente não adianta cavar, por supor que nenhum deles dará água.
Contudo, é provável que todos dessem água (de diferentes qualidades e com diferentes profundidades), desde que o inconstante se tivesse concentrado num só poço.
Vivêkánanda referia-se a esse tipo de gente na parábola do homem que tendo chegado a uma árvore de fruto dera uma dentada em cada fruto para ver qual lhe agradava mais, em vez de pegar num único para saciar a fome.
(http://www.uni-yoga.org/blogdoderose)
A história em si é tão inverosímel que mais parece uma mentira de 1º de Abril.
Mas quando é verdadeira e aconteceu, mesmo, e no 1º de Abril, duplica-se o franzir das sobrancelhas.
Numa escola secundária de Saranda, no litoral adriático, os alunos decidiram pregar uma partida ao professor; toda a turma tomou comprimidos de um sedativo (Diazepam) e, a certa altura, quando decorria a aula, o docente notou que toda a classe se “apagara”.
Receoso de que se tratasse de algo grave, o professor mobilizou a evacuação de toda a turma para o hospital local, num ambiente de grande ansiedade.
Ali, a verdade seria clarificada. O director da escola descreveu a brincadeira como uma “idiotez colectiva”.
Um chocolate de côr verde que inibe apetite é pelo menos um braço-de-ferro interessante para os nossos sentidos.
Uma obra de engenharia bioquímica que estará disponível na vizinha Espanha durante a próxima Páscoa.
O segredo reside numa mistura de cacau, jojoba e da alga espirulina que produz no organismo, de maneira natural, uma sensação de apetite saciado após o consumo de apenas um ou dois bombons de 15 gramas cada.
Os criadores sublinham que o ideal é comer o chocolate entre 45 minutos a uma hora antes das refeições para equilibrar as funções digestivas.
Para os consumidores fica à partida um alerta: o novo chocolate tem um sabor um pouco mais forte do que os tradicionais e uma cor esverdeada por causa da alga.
É nos tempos de aperto que se revela a qualidade da madeira de que é construída a nau.
Rezam os escritos ancestrais, sobre a honradez e o sentido de responsabilidade dos construtores navais.
Um dito (ou um escrito) que se arrasta em actualidade até aos nossos dias, nos mais diversos campos, a começar pelo gerir da coisa pública e a competência governativa.
Em causa está agora a nau financeira em que navega todo o Planeta, com o madeirame a estalar e as juntas a meterem água.
Reza a sabedoria antiga que tudo se pode remendar com pensos de estôpa e uns pregos adicionais. Pode, se a tempestade amainar e os carpinteiros tiverem asas nos pés da imaginação.
Mas assim que se chegar a terra, é urgente aprender a lição e refazer a nau, de cima abaixo.
É isso que se espera, na cimeira do G20 em Londres.
Caso contrário, o destino está escrito.
Tão garantido quanto a recorrência de novas tempestades, nada salvará a nau de naufrágio certo, mesmo que imobilizada em porto de abrigo.