Uma portuguesa está a chefiar um projecto sul-africano de apoio a mulheres e crianças vitimas de violações.
A sua história e das mulheres por ela socorridas contada no programa da Linha da Frente, da RTP, em Coração de Mãe, uma força mais poderosa do que a natureza.
Foi um privilégio de vida acompanhar as pisadas de Nelson Mandela durante uma década enquanto correspondente na África do Sul, mas não menos o foi testemunhar como é em cada um de nós que mora a capacidade de fazer a diferença.
Madiba no-lo mostra; cada um de nós tem uma metade de luz e outra de sombra. Se o somos assim como podemos "sublinhar" a imperfeição nos outros, "remunerando-lhes" o hemisfério de sombra?
É nossa a opção de como tocamos o próximo; pela luz ou pela sombra, como é nosso depois também o eco da opção que fizemos.
Há momentos de vida tão mágicos que mais parecem puro cristal.
Sentires tão próximos do deslumbramento que tememos quebrar.
Quais golfinhos-voadores, bordados num céu de estrelas de coral.
Fundir a RTPÁfrica com a RTPi deve ser das maiores atoardas avançadas numa série de ideias que rezemos alguém no governo tenha a lucidez de arquivar no lixo.
Nenhum público-alvo pode ser mais divergente do que o destas duas antenas internacionais, no entanto, aí está ! :
Mas não menos graves são as atoardas de se terminar a publicidade na RTP (alimentando artificialmente as privadas à custa dos contribuintes) e de encerrar a RTPMemória que funciona a um custo residual e é exemplo notável de rentabilização de património histórico audio-visual.
Para não falar da RTPInformação que se está a tornar rapidamente uma vencedora quando era dada por moribunda.
A seguir os mesmos "iluminados" vão dizer que a RTP não angaria receitas suficientes e é um fardo para os contribuintes!
E é em pareceres e "saberes" (?) destes que o nosso governo se vai basear para reformar as empresas públicas?
Valha-nos Deus !
Quando o nosso mundo grita por valores seguro-me à educação que recebi no Colégio Militar !
É bom que se entenda de uma vez por todas; nenhum
Cientistas da Universidade de Lausana descobriram a raiz da da modelagem da forma do corpo.
Mice don’t have tails on their backs, and their ribs don’t grow from lumbar vertebrae. And for a good reason. EPFL scientists have discovered the mechanism that determines the shape that many animals take – including humans, blue whales, and insects.
Why don’t our arms grow from the middle of our bodies? The question isn’t as trivial as it appears. Vertebrae, limbs, ribs, tailbone ... in only two days, all these elements take their place in the embryo, in the right spot and with the precision of a Swiss watch. Intrigued by the extraordinary reliability of this mechanism, biologists have long wondered how it works. Now, researchers at EPFL (Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne) and the University of Geneva (Unige) have solved the mystery. Their discovery will be published October 13, 2011 in the journal Science.
The embryo is built one layer at a time
During the development of an embryo, everything happens at a specific moment. In about 48 hours, it will grow from the top to the bottom, one slice at a time – scientists call this the embryo’s segmentation. “We’re made up of thirty-odd horizontal slices,” explains Denis Duboule, a professor at EPFL and Unige. “These slices correspond more or less to the number of vertebrae we have.”
Every hour and a half, a new segment is built. The genes corresponding to the cervical vertebrae, the thoracic vertebrae, the lumbar vertebrae and the tailbone become activated at exactly the right moment one after another. “If the timing is not followed to the letter, you’ll end up with ribs coming off your lumbar vertebrae,” jokes Duboule. How do the genes know how to launch themselves into action in such a perfectly synchronized manner? “We assumed that the DNA played the role of a kind of clock. But we didn’t understand how.”
O deslumbramento da natueza no seu melhor !
O sarcosuchus tinha quase o triplo do tamanho do maior dos crocodilos actualmente existentes.
Só o seu crâneo tinha quase dois metros e um corpo de mais de oito toneladas.
Viveu há 112 milhões de anos, durante o período Cretácio, numa zona da pangeia actualmente conhecida como África.
Esta é a história real - sem vírgulas políticas ou interesses directos ou indirectos, seja no que for que não seja o relato puro - do atropelar de tudo cometido na independência de Angola.
Uma memória que fica para a História.
Aqui contada na primeira pessoa.
Um privilégio de vida aprender com gigantes por isso mesmo tornados humildes.
Na partilha de saberes e de diferenças vamo-nos somando, pontes de luz.
Convidados a sentarmo-nos dentro de nós para melhor podermos escutar, sentir e apercebermo-nos de que por muito que cresçamos seremos sempre e apenas uma das cores do arco-iris.
Escritor e jornalista. Nasceu em 1960 em Castelo Branco, filho de uma socióloga e de um Oficial de Cavalaria. Licenciado pela UTL e iniciou a sua actividade jornalística no jornal O Globo em 1982. Continuar a ler (...)
Selva Urbana, edições Colibri. "Selva Urbana – ponte entre olhares e sensibilidades de dois mundos, duas culturas, dois continentes, situações humanas comuns – é uma sequência de retratos publicados em colunas semanais num jornal diário de cariz económico, Jornal de Negócios (...) Comprar
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